domingo, 24 de outubro de 2010

Manifestações sobre O Niilismo

Foi Nietzcshe quem começou com tudo. Ou melhor com o "nada". Ele foi o primeiro grande teórico no niilismo.
É óbvio que, no entanto, ele estava falando de valores e ideais que norteam a caminhada humana [tudo muito filosófico e muito profundo]. Então, o negócio é mais ou menos assim, "o niilismo constitui uma situação de desnorteamento ocasionado pela falta de referências tradicionais".
Como corrente de pensamento, o niilismo não aceita a certeza como possibilidade de conhecer a realidade em si.
Entendeu?! Bem, se não, há sempre a possibilidade de acharmos significado em um dicionário. Aliás, esta é uma das belezas da vida: para tudo há um sentido, conquanto que você tenha um dicionário por perto. Mas, enfim, se você não é uma daquelas pessoas que conseguem ver as coisas ficarem claras quando elas são explicadas "filosoficamente", você pode procurar a palavra niilismo em um dicionário e voialá! Vai estar como "redução a nada" ou qualquer coisa do tipo (honestamente, quem liga?).
Depois de toda esta ladainha explicativa, que na verdade só me serviu de introdução, o que eu queria mesmo dizer é que eu gosto do nada. Acho um conceito fascinante. A tal da redução ao nada é super interessante, porque "nada", ao meu ver, é um estado absoluto, então, reduzir algo ao absoluto, pra mim, parece um processo complicadíssimo.
E sabe o que é mais legal? O fato de um cara, que nasceu a mais de 165 anos, desenvolver um conceito super complexo e dificílimo de ser entendido, para que euzinha pudesse escrever um blog que não falasse coisa com coisa usurpando o nome do treco [e por "treco" leia-se niilismo], sem nem ao menos me dar ao trabalho de fazer jus ao termo.
Vai dizer que não é demais?!